GALERINHA INFANTIL

Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador educação. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Crianças e a valorização das famílias

Podemos admitir que, não há receita pronta para o tema, mas podemos, através da observação de nosso comportamento, avaliar até que ponto estamos dando a atenção necessária para os pequeninos.
As crianças são observadoras demais e, normalmente agirão, da mesma maneira que os que lidam com elas, desde a gestação.
Se demonstramos ansiedade e/ou pressa ao lidar com elas, como se precisássemos nos livrar rapidamente de tal compromisso, certamente elas assim o farão no futuro, em relação a nós.
Se reclamamos e somos impacientes com os mais idosos, elas não aprenderão a lidar e usufruir da sabedoria dos mesmos e logo agirão com descaso e desrespeito, tanto com os familiares, quanto com vizinhos e sociedade.
Nós sabemos que a vida nos torna ansiosos e apressados, mas que amamos e consideramos os mais idosos, porém, a cabecinha infantil não consegue captar nossos mais profundos sentimentos; daí a inversão de valores, que recairá sobre nossos próprios ombros.
Na convivência entre irmãos então, nem se fala nas dificuldades e indiferenças familiares, nas suas relações.  Depois que eles crescem, em incontáveis casos, se tornam distantes e indiferentes, cessando o ciclo familiar, tão sonhado em nossa juventude, antes de constituirmos uma família.
Sabemos que cada indivíduo é único em seus interesses e atitudes.  Portanto, os filhos assim o são.  A observação do que está certo e/ou errado, cabe aos responsáveis, desde que orientem de maneira segura e exemplar, a todos os comportamentos, indiscriminadamente, sem comparações entre um filho e os demais.  Nunca se esqueçam de que, "cada ser é único".
O trocar e doar, é um ensinamento que pode e deve ser disseminado em todas as famílias, já que a sociedade aguarda e não perdoa contradições.
Organização, controle, lazer e responsabilidades, são tarefas que devem ser feitas em conjunto, para serem seguidas, quando nossas mãos não mais puderem guiá-los.
Sinta-se seguro, quando sozinhos caminharem, se tudo que lhes foi ensinado, pôde ser demonstrado antes de se lançarem ao primeiro voo.
(erregege1)

sábado, 30 de setembro de 2017

Finlândia: Referência mundial em educação, modifica a arquitetura de suas escolas


Nas novas escolas finlandesas, as paredes são substituídas por divisões 
transparentes e o plano aberto ganha protagonismo.
Foto: Kuvatoimisto Kuvio Oy

Faz anos que a Finlândia se tornou referência mundial em educação, mesclando jornadas escolares mais curtas, poucas tarefas e exames e também adiando o início da alfabetização até que as crianças tenham sete anos de idade.
E, mesmo com um dos melhores resultados globais no PISA (avaliação internacional de educação), o país continua buscando inovações - inclusive na estrutura física das escolas.
Uma das apostas é o chamado ensino baseado em projetos, em que a divisão tradicional de matérias é substituída por temas multidisciplinares em que os alunos são protagonistas do processo de aprendizado.
Parte das reformas é imposta pela necessidade de se adaptar à era digital, em que as crianças já não dependem apenas dos livros para aprender. E tampouco os alunos dependem das salas de aula - pelo menos não das salas de aula atuais.
Adeus às paredes
Por isso as escolas finlandesas estão passando por uma grande reforma física, com base nos princípios do "open plan", ou plano aberto. A busca é, essencialmente, por mais flexibilidade.
As tradicionais salas fechadas estão se transformando em espaços multimodais, que se comunicam entre si por paredes transparentes e divisórias móveis.
O mobiliário inclui sofás, pufes e bolas de pilates, bem diferentes da estrutura de carteiras escolares que conhecemos hoje.
"Não há uma divisão ou distinção clara entre os corredores e as salas de aula", diz à BBC Mundo (serviço em espanhol da BBC) Reino Tapaninen, chefe dos arquitetos da Agência Nacional de Educação da Finlândia.
(...)
Escolas mais abertas podem ser também mais vulneráveis, o que desperta preocupações com segurança.
"Já tivemos na Finlândia casos de invasores que atacaram escolas, matando estudantes e professores", explica Tapaninen.
Ele se refere, por exemplo, ao caso de um estudante de 18 anos que dez anos atrás disparou contra seus colegas em uma escola em Tuusula, deixando oito mortos.
Por conta disso, cada escola finlandesa é obrigada a ter um plano de segurança com base na análise de riscos, criar rotas de fuga em cada espaço e fazer simulações de ataques para preparar os alunos.
Mas, segundo Tapaninen, a abertura das escolas "ajuda a orientação a rotas de fuga, mais do que em salas de aula fechadas e em corredores".
A Finlândia tem 4,8 mil centros de ensino básico e superior. Anualmente, o país está reformando ou construindo entre 40 e 50 espaços, explica o arquiteto. E a maior parte deles segue o conceito de plano aberto.
"As escolas e seus usuários podem escolher livremente seu próprio conceito de ambiente de aprendizado, dependendo da visão local, do plano de estudos, da cultura de trabalho e de seus métodos", diz ele. "Aparentemente, a tendência de abertura nos ambientes educativos está se tornando a favorita (das escolas)."
- Conteúdo completo e imagens em BBC:


Dia das Crianças 468x60 Banner 30ft 468x60 Banner Fotolivro 468x60

domingo, 10 de setembro de 2017

'O que aprendi com índios sobre educação infantil': Reflexões de uma antropóloga e mãe

Uma reportagem muito interessante, principalmente pelo resgate do cotidiano tão saudoso e fértil, para a relação com a sociedade e a natureza.
Boa leitura!
 Foto: Camila Gauditano/Povo Yudjá













A antropóloga brasileira Camila Gauditano de Cerqueira, de 37 anos, teve seu primeiro contato com uma aldeia indígena no Brasil em 1992, aos 12 anos de idade. Sua mãe, a fotógrafa Rosa Gauditano, especializada em fotografia indígena, levou-a consigo em uma visita à aldeia Xavante Pimentel Barbosa (Mato Grosso).
Hoje, Camila dá consultoria sobre educação ao Instituto Socioambiental (ISA). E em uma viagem de trabalho à terra indígena Xingu, seguindo o exemplo da mãe, levou o filho pequeno, Martim, para visitar três etnias que vivem na região: os Kisêdjê, Ikpeng e Yudja.
Em entrevista à BBC Brasil, Camila compartilha suas reflexões sobre a experiência - e conta as lições que recebeu dos índios sobre educação infantil.
O Parque Indígena do Xingu (PIX) fica no nordeste do Mato Grosso, na porção sul da Amazônia brasileira. Xingu é o nome do rio que atravessa o território, que tem 2.642.003 hectares e onde vivem 16 etnias.
Camila foi ao Xingu para conversar com diretores e professores indígenas que ensinam nas escolas das aldeias visitadas. Enquanto trabalhava, muitas vezes deixava Martim, na época com três anos, brincando com as crianças das tribos.
"Ele ficava com as crianças ou com as famílias das crianças. Me sentia confiante. Por um lado, me perguntava, 'onde será que ele está, o que está fazendo?' Aí pensava: 'bem , está com as crianças, então está seguro'. Não fiquei com receio porque são cuidadosos e dominam aquele território."
Camila teve várias provas disso.
"Eu e o Martim fomos para a beira do rio, de onde havia saído uma canoa com crianças bem pequenas - quatro, cinco, seis anos - lá para o fundo. (Mas) começou uma ventania muito grande, o rio começou a ondular. De repente, vimos a canoa virar no meio do rio. Não tinha um adulto, ninguém. Subi correndo para avisar os adultos. Quando voltei, já tinha saído uma outra canoa, com outra turma (de crianças), resgatado as outras. Elas nadaram, viraram a canoa e voltaram para a beira. Estava tudo bem. Você vê que domínio sobre esse ambiente? É demais. Foi na aldeia Deia Tuba-Tuba, do povo Yudjá. São conhecidos como exímios navegadores."
O banho
O episódio da canoa virada no rio foi um entre vários momentos em que se deu conta, maravilhada, de que crianças pequenas podem muito mais do que imaginamos.
A relação peculiar com a água é o que permite tanta desenvoltura da criança indígena num ambiente que poderia ser perigoso para as da cidade, explica a antropóloga.
E tudo começa com o banho - algo que ela observou já na primeira aldeia visitada, os Kisêdjê.
"O banho é o momento em que a criança se integra com o ambiente da água. Aprende os limites do próprio corpo, desenvolve suas potencialidades, a pesca, a navegação. O ambiente é preparado pela comunidade para esse fim. Deixam o fundo bem limpinho, tiram o mato da beira do rio, você sabe onde pode ir e onde não pode. Colocam uma estrutura feita com um tronco de madeira onde você pode sentar a criança, ou lavar roupa".
"Crianças menores ficam na beira; as maiores, mais ao fundo; outros mergulham. É uma experiência do coletivo, das brincadeiras. A criança pequena observa o que é possível fazer e realizar nesse lugar, de acordo com suas capacidades, em diferentes fases. O Martim ficou encantado".
Mas e os riscos para as crianças?
"Uma coisa é a gente ter contato esporadicamente (com o rio). Outra coisa é o contato diário, duas, três vezes por dia. Você vai se apropriar daqueles desafios, daquele ambiente. Há pouco espaço para perigo".
Meninos caçadores
Na visita aos Kisêdjê, outros episódios chamaram a atenção da antropóloga.
Uma tarde, Martim convidou um grupo de crianças da aldeia para visitar a casa do ISA, onde ele e a mãe estavam hospedados.
"Os meninos foram com seus estilingues", conta Camila. "Aí viram que tinha morceguinho na casa e decidiram caçá-los com o estilingue. Foi a primeira experiência do Martim de ver o bichinho, de ver a habilidade do caçador, desenvolvida desde pequenininho. Deviam ter cinco ou seis anos e conseguiram caçar o morcego."
Birra
Em outra ocasião, na saída do banho, Camila observou um jeito diferente de os pais lidarem com birra de criança.
"Não sei por que motivo, uma criança começou a chorar muito. Os pais estavam saindo do rio, talvez ele quisesse ficar mais tempo na água… Os pais simplesmente saíram andando. A criança foi atrás, chorando".
"Não tem essa bajulação, de ficar em cima, 'o que foi, o que aconteceu? Se você parar de chorar, te dou isso…' Tomaram a atitude de não alimentar a birra. Essa é uma observação muito pessoal, mas acho que o princípio é, quanto menos bola se dá para a birra, mais a criança tem condições de resolver suas próprias frustrações."
Amamentação
Por outro lado, diz a antropóloga, não falta atenção às crianças nas aldeias.
As mães têm total disponibilidade para estar com as crianças. Enquanto são bebês, a mãe não sai para trabalhar na roça. "A família faz esse trabalho por ela", diz Camila. "Às vezes, até o marido tem restrições para ir à roça quando tem bebê pequeno."
Mais tarde, se a mãe vai à roça, tem a ajuda dos parentes. "A criança pequena fica com a tia ou avó."
Ou seja, não há a angústia ou a culpa da separação que aflige tantas mães trabalhadoras nas cidades. Também não há a preocupação com a amamentação - ou com o desmame:
"Já vi criança de três anos sendo amamentada. Lá é livre demanda, quer mamar, mama. Na mãe, na tia, na avó… às vezes, a mãe saiu mas a avó está ali e tem leite. Ela dá. É normal."
A criança tem atenção constante, mas também tem liberdade - se quiser.
"Quando a mãe vai para a roça, a criança, já mais velha, vai com ela. Mas quando a mãe está em casa, na aldeia, as crianças estão no pátio, indo atrás de passarinho, de bichinho, brincando".
"A partir de três anos, já são bem mais independentes em relação à mãe (do que as da cidade). Elas têm circulação livre na aldeia, mas nunca estão sozinhas. Estão sempre acompanhadas de crianças do mesmo tamanho ou maiores."
"Na nossa sociedade você não tem esse apoio coletivo que existe no convívio de aldeia. Não partilhamos a educação de nossos filhos com a comunidade."
(...)
Para quem deseja aprender com o índio, "o ponto de partida é a integração de um povo indígena com o ambiente em que vive". Isso significa integrarmos nossas crianças com o ambiente delas: "O quintal de casa, a terra, as plantas, os parques, as praças, a rua, a comunidade".
"Você não precisa estar numa aldeia indígena para ter uma relação integrada com o seu meio. Pode desligar aparelhos celulares e tablets, ampliar a observação, a escuta, as possibilidades que sua própria realidade traz (para a criança)." (...)
- Imagens e reportagem completa em BBC:
* Reflexões de uma antropóloga e mãe: 'O que aprendi com índios sobre educação infantil' 
Mônica Vasconcelos: Da BBC Brasil em Londres 
Conteúdo BBC: 10 setembro 2017

Banner 30ft 468x60 Banner Categorie Image Banner 468 x 60/_Categorie/Disney/br/468-x-60.jpg 4 roupas por 89

quinta-feira, 27 de março de 2014

Escola flutuante em favela africana ganha prêmio de design

Acreditamos que nossas crianças, em regiões remotas, vivendo em palafitas, com difícil acesso aos estudos, poderiam ser agraciadas com modelos semelhantes ao do 'protótipo', construído para a comunidade de Makoko, na Nigéria.
'Por não poder acreditar nas especulações de determinadas ONG's, bem como em outros meios de propaganda para arrebanhar seguidores, baseando as informações em noticiários, gostaríamos que as iniciativas corporativas, entre amigos e familiares, pudessem começar a plantar as sementes saudáveis, para o nosso Brasil e demais países, cuja maioria do povo, também deseja um futuro melhor, mais consciente e humano para todas as faixas de idade.
Somente através da instrução e conhecimento, poderemos sensibilizar e criar um mundo em que, todos serão realmente irmãos.'
(pur erregege1)

Nota: Nossa postagem, poderá ser enviada, compartilhada e utilizada por todos os que desejarem propagar ideias e soluções para a 'educação'.









- Link BBC Brasil - Galeria de Fotos
* Escola flutuante em favela africana ganha prêmio de design












Uma exposição no Museu do Design de Londres reúne os melhores projetos deste ano nas categorias arquitetura, moda, mobiliário, produtos, gráfica e transporte.
Entre os premiados está o protótipo de uma escola flutuante, construído para a comunidade de Makoko, na Nigéria. O prédio de madeira segue uma abordagem inovadora, sustentável e barata, atendendo às necessidades da população local, que vive em palafitas sobre a Lagoa de Lagos.
Outros destaques da mostra incluem ...

sexta-feira, 14 de março de 2014

La Cantera: Escolinha de futebol do Barcelona prepara meninos de 7 a 11 anos como profissionais

Apesar dos jogadores terem sete anos de idade, o ambiente no lugar não tem nada de infantil.
O futebol praticado é muito competitivo e de alto nível.
Os pais dizem que querem dar a seus filhos não só a oportunidade de virarem astros milionários do esporte como também uma educação privilegiada.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

GEO: Ginásio Olímpico Experimental de Sta. Teresa/Rio de Janeiro

O objetivo do GEO, é a formação escolar tradicional, acompanhada da prática esportiva, para a formação de cidadãos e campeões olímpicos.
Uma iniciativa progressista, que mantém os alunos com ocupação e aprendizagem em tempo integral.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

'A Caixa Mágica' é animação que provoca risadas

Atitudes infantis em animação, inclui a diversão solitária, a curiosidade, a troca, a provocação e até o constrangimento.
Mas, crianças são assim mesmo. Não há muita diferença entre elas.
Não há melhor e nem pior.
Há criatividade, somente.
A orientação familiar é que faz a diferença, para que não tenham o mesmo comportamento na adolescência.
Participe e oriente, até mesmo na idade adulta.
Educação e orientação, são práticas familiares.
A instrução é que demanda dos bancos escolares.
Pense nisso, com carinho.